São muitas as crises que chegam,
algumas paulatinamente como um pequeno vazamento de um cano dentro da parede, outras chegam como a ruptura das comportas de uma barragem.
E pode ser em qualquer área da vida... na saúde física ou emocional, na profissão, nos relacionamentos, nas finanças...
Pode ser diretamente com a gente ou com quem amamos.
O fato é que a crise não escolhe porta para bater.
É absolutamente democrática.
Vem para todos.
E sinto que ela pode trazer muitos ensinamentos se nós sairmos da posição de vítima das circunstâncias, se a virmos como forma de aprendizado e crescimento.
E, gente, a melhor forma que encontrei para começar encarar essas crises foi a aceitação.
Aceitar não significa gostar e concordar.
É o ponto de partida para os próximos passos.
Sem esse ponto de partida corremos o risco de nos basearmos em nossas faltas, orgulho e egoísmo para querer resolver as coisas.
E esses são caminhos que já testamos e, se analisarmos bem, criaram mais crises.
Enfim, trago essa reflexão marciana para que possamos ser/estar mais conscientes dos e em nossos processos.
Com afeto,
Mar
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